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O Segredo da Esfinge: Como um Gato de 4 Mil Anos Revelou a Localização de um Templo Perdido

Pesquisadores descobrem que felinos do Antigo Egito guardavam mapas em suas tumbas; a descoberta muda a história da arqueologia.

O mistério revelado

Uma equipe de arqueólogos da Universidade do Cairo anunciou a descoberta de um templo perdido dedicado à deusa Bastet, graças a uma inscrição encontrada na tumba de um gato mumificado. O felino, datado de aproximadamente 4.000 anos, continha hieróglifos que indicavam a localização exata do santuário, que estava soterrado sob as areias de Saqqara.

O gato sagrado

Os gatos eram considerados sagrados no Egito Antigo, especialmente os associados a Bastet, deusa da proteção e do lar. O animal agora apelidado de ‘Miu’ (que significa ‘gato’ em egípcio antigo) foi encontrado em uma tumba ornamentada com ouro e lápis-lazúli. Os pesquisadores acreditam que o mapa foi cuidadosamente inscrito em suas bandagens de linho.

Impacto na arqueologia

A descoberta pode revolucionar a forma como os arqueólogos buscam sítios antigos. ‘Nunca imaginei que um gato pudesse nos levar a um templo inteiro’, disse a Dra. Amira Hassan, líder da escavação. ‘Isso mostra que os egípcios usavam seus animais de estimação para muito mais do que companhia.’

Próximos passos

Agora, a equipe planeja usar técnicas de radar de penetração no solo para mapear a região e evitar danos ao sítio. O templo de Bastet, que se acredita ter sido construído durante a XII dinastia, promete revelar artefatos e estátuas raras.

O gato Miu será exposto no Museu Egípcio do Cairo a partir de setembro, junto com uma réplica de sua tumba.

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